19 de maio de 2018

Vacuna Oral contra Poliomelitis ( Vacina Oral Contra Poliomielite)

Vídeos dos anos 2012 e 2013 que mostram o desespero e sofrimento dos pais quando seus filhos são contaminados pelo vírus da POLIOMIELITE.
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Um alerta que esse maldito vírus ainda circula nos países Latinos Americanos, portanto as autoridades de Saúde e Médicas não podem descuidar de uma doença que prejudica toda a vida de suas vítimas. 



Una medicina que produce la enfermedad de la poliomelitis en niños es materia de alerta en el sistema de salud nacional. Aparentemente, la enfermedad también se habría vuelto más resistente y habría sido aplicada por el gobierno en algunos hospitales. Se exponen los casos de niños que, luego de dañados, no recibieron la ayuda prometida.

TRADUÇÃO
Um medicamento que produz a doença da poliomelite em crianças é uma questão de alerta no sistema nacional de saúde. Aparentemente, a doença também teria se tornado mais resistente e teria sido aplicada pelo governo em alguns hospitais. Os casos de crianças que, depois de sofrerem danos, não receberam a ajuda prometida, estão expostos.
informatisalud

¿Vacuna Traicionera de la Poliomielitis? [1/2]


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Un bebé adquirió poliomielitis luego de ser vacunado en un hospital del Ministerio de Salud en Barranca. Es la séptima vez que ocurre en el país. 
Ingresa a http://ptv.pe/128851 para más información Emitido en el programa 24 Horas - 
Edición Central de Panamericana Televisión el 04/06/2013

Tradução direta:

Um bebê adquiriu poliomielite após ser vacinado em um hospital do Ministério da Saúde em Barranca. É a sétima vez que ocorre no país.
Vá para http://ptv.pe/128851 para obter mais informações. Emitido no Programa de 24 Horas -
Edição Central da Panamericana Televisión em 04/06/2013

Canal YouYube: 24 Horas


'Agrotóxico é veneno. É sintetizado para pragas, mas pode matar humanos''


Por: Danielle Monteiro/ Agência Fiocruz de Notícias
O uso de agrotóxicos é atualmente um dos mais importantes fatores de risco para a saúde da população e o meio ambiente no Brasil. O país é atualmente o maior consumidor mundial desses produtos. De acordo com dados da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), apesar de o Brasil não ser o maior produtor agrícola do mundo, o crescimento nacional do consumo de agrotóxicos chegou a quase 200% entre 2000 e 2009. As empresas produtoras de agroquímicos no país duplicaram desde 2008 e, nos últimos anos, o crescimento da importação dessas substâncias foi de quase 400%. O consumo de agrotóxicos é resultado da adoção de um modelo de agricultura chamado agronegócio, que é dependente do uso de venenos. Para falar sobre o assunto, a Agência Fiocruz de Notícias entrevistou o pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz), Luiz Claudio Meirelles.
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O Brasil é atualmente o maior consumidor de agrotóxicos do mundo. Por que o uso dessas substâncias ocorre tão intensamente no país, se ele não é campeão mundial de produção agrícola?.
Luiz Claudio Meirelles: O Brasil trabalha com monocultura extensiva que demanda muita utilização de agrotóxicos. Entretanto, sabemos que, mesmo com essa produção de monocultura extensiva de grão, é possível que o uso pudesse ser bem menor do que está implementado hoje. E existe uma estratégia bastante agressiva das empresas que atuam no Brasil para a venda desses produtos. A entrada dos transgênicos, da maneira como ocorreu, também aumentou o uso de alguns herbicidas que, anteriormente, tinham uso mais restrito nos períodos de plantio. Esses fatores são razões que fazem com que se use mais agrotóxico no Brasil do que em outros países, que têm um trabalho de manejo e de controle de pragas que comporta outros mecanismos de utilização de produtos. Atualmente o agronegócio é um financiamento brutal. Eles recebem muitos recursos para produzir da maneira convencional.
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Ainda utilizamos agrotóxicos que já foram proibidos em outros países como Estados Unidos, Canadá e países europeus?.
Meirelles: Sim. Na China, por exemplo, alguns desses produtos já foram proibidos e aqui ainda seguimos em uso. Antes de 2000, muitos agrotóxicos perigosos à saúde foram inseridos no mercado, e estão nele até hoje, precisando ser revisados. Esse procedimento não é fácil de executar, pois, muitas vezes, as empresas pressionam, através da pressão política ou de ações judiciais. É um processo muito longo, que pode levar anos. Desde 2008, durante meu período na Anvisa, estávamos reavaliando produtos antigos, colocando 14 deles em reavaliação. Metade foi concluído. Pedimos para retirar, por exemplo, os produtos paration metílico e forato do mercado. Os dois foram avaliados como neurotóxicos pela Fiocruz, implicando em grande risco à saúde humana. Mas, no entanto, continuam no mercado até hoje; e nada foi feito em relação a isso. Essa questão é importante e não pode ser negligenciada.
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A União Europeia, os EUA, Japão e Austrália têm um sistema de avaliação que tem se antecipado a essas questões do risco toxicológico dessas substâncias, que foram proibidas. No Brasil, buscamos pautar, até mesmo porque a lei trata disso, quando existem alertas internacionais, e colocar esses produtos em reavaliação. O mecanismo de retirada de um agrotóxico do mercado brasileiro é somente pela reavaliação, pois não existe prazo de registro de uma substância. Uma vez que a empresa o consegue, ele é para sempre. A única maneira legal de se fazer a retirada desse produto do mercado é através de uma reavaliação toxicológica.
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O que poderia ser feito em termos de políticas públicas para a redução do uso e consumo de agrotóxicos?.
Meirelles: É preciso aprimorar, cada vez mais, os mecanismos de controle e de avaliação dessas substâncias, sendo necessário o fortalecimento de todo o procedimento de avaliação toxicológica do país, e que se aumentem as medidas de segurança e de proteção ao meio ambiente. A legislação brasileira é bastante rica e suficiente e é preciso que continuemos a defendê-la. Existem, hoje, determinadas forças no Brasil que desejam que a legislação ande para trás e que os mecanismos de controle dessas substâncias sejam reduzidos.
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Do ponto de vista da agricultura, precisamos fortalecer as ações que mitigam o uso de agrotóxicos, como a implementação da agroecologia de maneira geral. Precisamos fortalecer as políticas de agroecologia, financiar os projetos nessa área. No caso da agricultura orgânica, é preciso dar financiamento, permitir mais recursos, ampliar a extensão rural com técnicos capacitados a orientar a produção sem a utilização de agrotóxicos. Por outro lado, é preciso conhecer melhor o que já existe de contaminação e o que pode estar ocorrendo em relação aos produtos que têm sido utilizados. O manejo das pragas novas no Brasil também pode diminuir em muito o uso de agrotóxicos.
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Agrotóxico é veneno. Ele é sintetizado para matar pragas e pode matar seres humanos, além de contaminar o meio ambiente e provocar a morte de animais silvestres e domésticos. O primeiro aspecto a considerar é que as questões de saúde e ambiente têm de ser privilegiadas nessa discussão. No Brasil, se o setor de saúde perder a capacidade de avaliar esses tipos de produtos, será um retrocesso brutal. Não estou falando em pesquisa, mas sim em serviços de monitoramento, que deem conta do conhecimento sobre os níveis de contaminação em todo o país.
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Por que o Brasil ainda hesita em adotar o modelo de base agroecológica? Ele não poderia ser também produtivo para o país?.
Meirelles: No Brasil, existe um modelo agrícola que expulsa o homem da terra. O agricultor vai trabalhar em determinada área sem a menor condição de produzir. Ele não tem quem o ensine, nem equipamentos, que são muito caros, nem sementes variadas. Por isso, ele acaba saindo do campo e vindo para a cidade. E mesmo em áreas onde havia um modelo mais equilibrado, ao estilo guatemalteco, vimos que ele se perdeu, pois foi substituído pelo agronegócio, que acaba comprando as terras dessas pessoas a preço de banana. Nosso modelo é excludente, concentrador de renda, de terras e dá lucro para quem é dono disso tudo e prejuízo para a sociedade em geral. Mexer nesse modelo exige coragem, determinação política e uma determinação maior da sociedade brasileira para que isso aconteça.
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Quais são as lavouras que mais fazem uso de agrotóxicos no Brasil?.
Meirelles: As grandes monoculturas, como soja, café, algodão, cana. No entanto, isso está sendo incentivado nas pequenas e médias culturas também, como morango, pimentão, mate, que consumimos in natura. Eles têm muito resíduo de agrotóxico.
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A semente do algodão é usada para a fabricação de ração. Atualmente a incidência de câncer entre animais, principalmente gatos e cachorros, também tem crescido muito. É possível que esse crescimento esteja associado à ingestão de ração com agrotóxicos?
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Meirelles: Sim, há possibilidade de que isso esteja associado ao uso de agrotóxicos na ração e também até de outros aditivos.
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Além de câncer, que outras doenças o consumo de agrotóxicos pode causar?.
Meirelles: As principais, além de câncer, são má formação, doenças neurológicas, problemas hormonais que causam outros desequilíbrios como câncer, e esterilidade.
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Como se deve fazer a lavagem das frutas e legumes para a retirada de parte dos agrotóxicos?.
Meirelles: Deve-se retirar a casca e lavar os alimentos com abundância. Vinagre e hipoclorito não retiram essas substâncias do alimento, somente matam os microrganismos. Outra solução é tentar consumir frutas da época, conhecer sua procedência e, se possível, consumir produtos orgânicos. Além disso, antes de tudo, a população deve seguir cobrando dos governos municipal, estadual e federal a retirada dos agrotóxicos perigosos à saúde do mercado.
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Serviço:.
Além de fazer a lavagem das frutas, e legumes, o consumidor pode consultar os dados do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos. No site é possível se informar sobre quais alimentos deve evitar.

ATUALIZANDO:.
15/05/2018
Fiocruz divulga nota técnica contra projeto que flexibiliza regulação de agrotóxicos
Fonte: CCS/Fiocruz
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulga Nota Técnica com seu posicionamento contra o Projeto de Lei 6299/2002, que propõe modificações no sistema de regulação de agrotóxicos, seus componentes e afins no Brasil. O documento da Fiocruz visa subsidiar a audiência sobre o PL com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, prevista para ocorrer nesta terça-feira (15/5).
.A nota apresenta 25 páginas de abordagens conceituais, de processos e de conhecimento científico nas quais a Fundação se coloca contra o PL e a favor da vida. "O PL representa em seu conjunto uma série de medidas que buscam flexibilizar e reduzir custos para o setor produtivo, negligenciando os impactos para a saúde e para o meio ambiente."

5 de abril de 2018

Síndrome Pós Pólio- O que avançamos e o que precisamos avançar- Dra. Monica T. Conde



II Encontro Internacional Sobreviventes da Poliomielite. Realizado em Outubro de 2017 - São Paulo - Brasil. Palestra:O que avançamos e o que precisamos avançar.
Dra Monica T Conde. Quer mais informação sobre Síndrome Pós Pólio? Conheça o Instituto Giorgio Nicoli

http://www.institutogiorgionicoli.org.br/


2 de abril de 2018

QUAL A TEMPERATURA IDEAL PARA O AR CONDICIONADO?


Colegas que deveriam levar em conta a saúde pessoal dos outros membros da sala, muitas vezes egoisticamente não se importam com isso chegando ao cúmulo de colocar o aparelho de ar condicionado a temperatura muito baixas. Essa atitude além de levar o aumento do consumo de energia elétrica, causa incomodo e transtornos a pessoas alérgicas ou nas doenças dos neurônios motores entre elas as pessoas que tiveram poliomielite, pois são pessoas que apresentam sensibilidade ao frio, lhes causando enrijecimento muscular e dores pelo corpo.
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"Segundo ANVISA Resolução N. 09, a temperatura ideal em ambientes fechados é entre 23°C e 26°C, valendo para qualquer época do ano.
Segundo o otorrinolaringologista Ricardo Landini Lutaif Dolci (SP), com o ar numa temperatura agradável evitamos variações drásticas de temperatura entre a rua e dentro de casa ou do escritório. “O choque térmico pode piorar quadros alérgicos”,
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NR 17 - ERGONOMIA 
Segundo a NR17 do Ministério do Trabalho (norma regulamentadora para Ergonomia), determina que a temperatura do ambiente de trabalho como: laboratórios, escritórios, salas de desenvolvimento, análise de projetos, tenham a temperatura entre 20 a 23 graus, com umidade inferior a 40%.
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17.5. Condições ambientais de trabalho. 
17.5.1. As condições ambientais de trabalho devem estar adequadas às características psicofisiológicas dos trabalhadores e à natureza do trabalho a ser executado.
17.5.2. Nos locais de trabalho onde são executadas atividades que exijam solicitação intelectual e atenção constantes, tais como: salas de controle, laboratórios, escritórios, salas de desenvolvimento ou análise de projetos, dentre outros, são recomendadas as seguintes condições de conforto:
a) níveis de ruído de acordo com o estabelecido na NBR 10152, norma brasileira registrada no INMETRO;
b) índice de temperatura efetiva entre 20oC (vinte) e 23oC (vinte e três graus centígrados);
c) velocidade do ar não superior a 0,75m/s;
d) umidade relativa do ar não inferior a 40 (quarenta) por cento.


http://www.guiatrabalhista.com.br/legislacao/nr/nr17_anexoII.htm

Conforto-termico-no-ambiente-de-trabalho


SÍNDROME PÓS PÓLIO - Silvia Helena (Depoimento)



Silvia Helena mora em Brasilia, atualmente passa com Ortopedista, ainda não conseguir Neurologista, médico especialista na doença.


1 de abril de 2018

Locais que dispõe de médicos Neurologistas aptos a atender doenças neuromusculares, inclusive SPP.

Existe uma dificuldade enorme em encontrar médicos que possam avaliar, diagnosticar e acompanhar pessoas sobreviventes da poliomielite e com suspeita ou diagnóstico de Síndrome Pós-Pólio. Diante deste problema, o Dr. Acary pediu à ABRELA: (Associação Brasileira de Esclerose Lateral Amiotrófica) que compartilhasse conosco a lista de Locais que dispõe de médicos Neurologistas aptos a atender doenças neuromusculares, inclusive SPP.

HSP/UNIFESP Setor de Investigação em Doenças Neuromusculares do Hospital São Paulo
Setor de Investigação em Doenças Neuromusculares do Hospital São Paulo
Rua Botucatu, 395/397 – Vila Clementino – São Paulo – SP – 04023-061
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Hospital das Clínicas de São Paulo - Instituto Central
Av. Dr. Eneas de Carvalho Aguiar, 255 – 5º andar - 55 11 3069.6000 - São Paulo - SP
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Centro de Referência para Doenças Neuromusculares da Secretaria de Estado de Saúde do DF integrado com o Centro de Doenças Raras
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Atendimento de equipe multiprofissional para pessoas com Esclerose Lateral Amiotrófica e todas as doenças neuromusculares.
Hospital de Apoio de Brasília
SAIN quadra 04 sem número
Fones: 61-3905-4700 e 61-33430388
Médica Responsável: Dra. Mirian Moura
Neurologista e Neurofisiologista Clínica
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Coordenadora da Neurologia
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Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo
Disciplina de Neurologia – Setor de Doenças
Neuromusculares
Rua Cesário Motta Júnior, 112
Vila Buarque - São Paulo/SP
Telefone: 11 2176-7231
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Hospital Celso Pierro PUC 2- Campinas – São Paulo - SP
Avenida John Boy Dunlop s/nº - Jardim Ipaussurama – campinas – São Paulo
Corredor amarelo dos Ambulatórios
Atendimento e agendamento de consultas: das 8:00 as 11:00 h
É necessário apresentar encaminhamento médico para agendamento
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Hospital universitário Antonio Pedro - Niterói – Rio de janeiro
Rua Marques de paraná, nr. 303 centro
Cep 40.030-215
Fone (21) 2629-9000
Responsavel ; Dr. Marcos feritas.
Mais informações favor procurar direto o endereço acima ou pelo telefone
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CENTRO DE REFERÊNCIA AOS PORTADORES DE DNM/ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA - Rio Grande do Norte
Agendamento: Ambulatório de Neurologia do Hospital Onofre Lopes – UFRN
Av. Nilo Peçanha, 620 – bairro: Petropólis – Natal – RN
Tel. (84) 3342-5129
Agendar atendimento - Glauciane Santana
Equipe:
Prof. Dr. Mário Emílio Teixeira Dourado Júnior - Neurologista – Coordenador do ambulatório
Prof. Ms Francisco de Assis Pinheiro – Enfermeiro
Glauciane Santana – Coordenação administrativa
Prof. Ms Guilherme Fregonezi – Coordenador fisioterapia
Thaise Lucena e Fernanda Gadelha - Fisioterapia respiratória
Maria Lúcia Dourado e Lúcia Leite – Nutrição
Rosângela Machado e Valéria Xavier – Fonoaudiologia
Christine Lucena e Glauciane Santana - Psicologia
Ambulatório de Neurologia do Hospital Onofre Lopes – UFRN
Av. Nilo Peçanha, 620 – bairro: Petropólis – Natal –RN
Tel. (84) 3202-3719 Ramal – 263 - (84) 9927-1841
Agendar atendimento - Glauciane Santana
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Centro de Reabilitação - CRA
Endereço - Avenida Alexandrino de Alencar, 1900 – Tirol - Natal – RN
Tel: (84) 3232-6657 e 3232-6676
Para saber mais sobre o atendimento de Doença do Neurônio
Motor/ Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) no Estado do Rio
Grande do Norte - acesse: Blog - elahuol.spaces.live.com - e-mail - ela.huol@hotmail.com
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Centro de Referência:
Hospital das Clínicas – Ribeirão Preto
Faculdade de Medicina – Campus Universitário
Setor de Neurofisiologia - 2º andar
Dr. Wilson Marques Jr.Agendamento pelo fone: 16 3602-2391
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Hospital Universitário Oswaldo Cruz
Atendimento médico e de equipe multidisciplinar
Rua Arnóbio Marques, 310 – Santo Amaro – Recife – PE
Agendamento no Ambulatório Geral – Ambulatório de Doenças Neuromusculares
5ª. feira – das 8 – 12 horas - pessoalmente
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FACULDADE DE MEDICINA DE MARÍLIA
AMBULATÓRIO DE ESPECIALIDADES “GOVERNADOR MÁRIO COVAS” – MARÍLIA - SP
Ambulatório de Especialidade “Governador Mário Covas” atende aos Municípios de Marília, Assis, Ourinhos, Tupã e Adamantina, bem como as micro regiões ao redor destas cidades.
O agendamento deverá ser feito diretamente através da UBS que atende o paciente.
Documentos necessários:
- Encaminhamento da UBS
- RG
- CPF
- Cartão SUS
Localização: Ambulatório de Especialidades “Governador Mário Covas”
Av. Tiradentes, 1310 Bairro Fragata C Marília – SP
Tel.: (14) 3402.1744 ramal 1689 / (14) 3402.1709
E-mail: dirmariocovas@famema.br
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Universidade Federal do Ceará / Hospital Universitário Walter Cantídio
Rua Capitão Francisco Pedro, 1290
Rodolfo Teófilo – Fortaleza – Ceará
Cep: 60430-370
Telefone (85) 3366-8163 Neurologia
Dr Francisco de Assis Aquino Gondim
Agendamento só pessoalmente levar:
- encaminhamento médico
- cartão SUS
- RG
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Centro de Atendimento de ELA - Londrina – PR
Ambulatório de Neurologia do Hospital de Clínicas da
Universidade Estadual de Londrina – UEL
Segunda - feira a partir das 13:00 hs
Local: Campus da Universidade
Fone: (43) 33715798
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Hospital Universitário Onofre Lopes ( UFRN) Federal do Rio Grande do Norte.
Avenida Nilo Peçanha, nr. 620, Cep 59.012-300 . Natal /RGN
Fones: (84) 3202.3719 / 9927.1841
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Hospital da Restauração
Avenida Agamenon Magalhães, s/nº - térreo, Recife – PE - Serviço de Neurologia - Fone: 55 81 3221.0690
Dia de atendimento às 2ªs. feiras, a partir das 9:30h
Médica Responsável: Dra. Lucia Brito
Desde 1997, o Serviço de Neurologia do Hospital Restauração (SENEU-HR),
presta assistência aos pacientes com esclerose lateral amiotrófica, como
Unidade de Referência do Estado. Conta com equipe composta por médico,
enfermeira e fonoaudióloga.
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Centro de Atendimento de ELA – Salvador – BA
Av. Dom João VI, 275 – B.Brotas - 1º andar do Ambulatório Docente Assistencial
Agendamento pessoalmente das 15:00 hs. as 19:00 hs - 6ª feira no primeiro andar com Dra. Marcela Costa
Equipe de Atendimento:
Médica repsonsável – Dra. Marcela Machado Costa
Fisioterapeuta – Glaucia Silva
Fonoaudiólogas – Michele Deiró e Larissa Menezes
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Hospital Universitário Antonio Pedro
Rua Marquês do Paraná, 303 Centro-Niterói-RJ
CEP 24030-215 FONE 021-26299000
Responsável: DR. MARCOS FREITAS
Para mais informações, favor procurar diretamente no endereço acima ou pelo telefone.
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Instituto de Neurologia Deolindo Couto (UFRJ) . Universidade Federal do Rio de janeiro.
Avenida Venceslau Bras, nr 95 – Cep.: 22.290-140
Rio de janeiro – RJ
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Atendimento para ELA em Juiz de Fora-MG
Hopital Universitário - Serviço de Neurologia - UFJF.
R. Catulo Breviglieri, s/n - Santa Catarina
Juiz de Fora - MG
Tel ( 032) 4009.5145
Médico Responsável: Dr. Marcelo Maroco Cruzeiro
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Hospital Universitário Lauro Wanderley - UFPB.
Campus I, Av. Contôrno das Cidades, SN - Cidade universitária, João Pessoa - PB, 58051-900
Ambulatório de Neuromuscular – Dra. Isabella Mota
Agendamento pelo PSF – Setor de Regulação
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Hospital Universitário Oswaldo Cruz
R. Arnóbio Marquês, 310 - Santo Amaro, Recife – PE
Ambulatório de Neurologia – Dra. Carolina Cunha
Agendamento no local

Fonte: 
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https://www.facebook.com/groups/sobreviviapolio/         
Associação G-14 de apoio aos Pacientes de Poliomielite e Síndrome Pós-pólio

25 de março de 2018

DEPOIMENTOS SÍNDROME PÓS PÓLIO-REGINA BRITO



Regina Brito, assistente administrativo, mora em Ribeirão Preto. Regina teve seu pedido de auxilio doença negado. 
Perito a considerou apta ao trabalho expondo inclusive que em sua função não via nenhum problema em continuar.... 

Sim ...dores só é problema para quem as senti sr. Perito !!!

Vídeo do dia 26/03/2018


Fonte:
Síndrome Pós Pólio Póliomielite


15 de março de 2018

DEPOIMENTO: Sobreviventes Pós Pólio - Isabel Maria



Isabel mora em Valparaíso de Goiás, trabalhou como doméstica por anos, hoje sente muitas dores, cãibras, fraqueza nas pernas.
Anda com auxílio de duas bengalas canadenses, se cansa facilmente e cai bastante.
Não sabe se tem SPP pq os hospitais da cidade não oferece atendimento adequado.


DEPOIMENTO:Síndrome Pós Pólio - Gilma Aranha



Gilma Aranha, pedagoga e escritora, mora em Recife, felizmente teve e tem o apoio familiar, o que ajuda muito !!! 
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Hoje, cadeirante em virtude da "nova doença" Síndrome Pós Pólio conta com o apoio dos filhos.

14 de março de 2018

DEPOIMENTOS: [PÓS PÓLIO] Como os sobreviventes da poliomielite encaram uma nova doença degenerativa



Doença degenerativa provocada pelo desgaste de neurônios ataca sobreviventes da poliomielite. Médicos e pacientes debatem tratamentos e preconceitos dessa nova condição, que ainda não é totalmente compreendida em vários setores da sociedade. Veja também tab.uol/pos-polio/ ---- Facebook - https://www.facebook.com/uoltab Instagram - https://www.instagram.com/uoltab Site - http://tab.uol.com.br/ Contato: tabuol@uol.com.br ---- Reportagem: Wellington Ramalhoso Imagens:Mariah Kay e Ugo Araujo Edição: Mariah Kay Arte: Solenn Robic


Síndrome Pós Pólio - O estado da Arte



II Encontro Internacional Sobreviventes da Poliomielite. Realizado em Outubro de 2017 - São Paulo - Brasil. Trecho da Palestra O estado da Arte - Dr Fernando G M Naylor Neurologista. O que se tem até agora sobre a Síndrome Pós Pólio. Quer mais informação sobre Síndrome Pós Pólio? Conheça o Instituto Giorgio Nicoli http://www.institutogiorgionicoli.org.br


11 de março de 2018

POLIOMIELITE: COM A AJUDA DO IRMÃO, MÉDICO QUE CONTRAIU A DOENÇA NA INFÂNCIA SUPERA OS PROBLEMAS E LEVA UMA VIDA CHEIA DE REALIZAÇÕES.



Há 20 anos o Brasil não registra nenhum caso de poliomielite, uma doença que atrofia as pernas e que atingiu muitas crianças até a década de 80.
Antes de completar um ano de vida, Carlos passou a fazer parte desta estatística, mas isso não o impediu de se tornar um médico e ter uma vida cheia de realizações, graças ao seu irmão também, que o ama muito.
Balanço Geral


10 de março de 2018

Campanha zero acidentes de trabalho Ypê



Quando o acidentado (a) de trabalho é um de nós, amigos, parentes, enfim pessoas que amamos. NÃO IMPORTA QUANTOS SÃO. 
O que importa que o acidentado esteja bem e vivo...

Isso nos leva as refletir: 
O que importa é que os acidentes de trabalho seja ZERO.



26 de fevereiro de 2018

COMENTÁRIO QUE FIZ NESSA POSTAGEM DE UMA AMIGA NO FACEBOOK


Pois é minha amiga, faz mais ou menos uns 14 anos que trabalho num Ambulatório Médico. Cansaço psicológico? Creio que nos últimos tempos estou passando por isso com mais intensidade, acho que por causa da crise social que estamos vivendo, um estresse que já vem atingindo meu estado emocional e acredito com maioria do meus colegas, pois parece que a alegria não está mais nos seus olhos. Gosto de trabalhar na Saúde, é um setor onde nós conseguimos ser mais humanos e chegar perto das pessoas que necessitam de ajuda, no entanto...
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O Sistema de Saúde Pública piora, mas o que nós funcionários podemos fazer para melhorar, se isso cabe as autoridades e gestores?
Pacientes nos maltratam por falta de médicos e melhor assistência nas urgências, mas não somos nós que resolvemos isso, entretanto temos que ter controle emocional para não devolver ao paciente a agressão que eles "gritam" aos nossos ouvidos, só por Deus.
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A impressa e a mídia mostra apenas um lado e esquece dos funcionários da Saúde e o que sofremos encurralados dentro dos Postos de Saúde e pequenos Hospitais com risco muitas vezes de agressões física ou algo pior, pois moral já estamos calejados.
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Num dia desses eu comentei com uma colega que minha vida não fazia sentido, levantar de manhã e ir trabalhar num lugar como aquele onde somos sacos de pancadas e nada mais do que isso. Não somos reconhecidos por parte alguma. Depois me preocupei com ela, pois tive a impressão que ela pensou que eu falava em suicídio: "Nunca minha colega, confio em Deus e somos soldados Dele contra aqueles que não enxergam o sofrimento do Seu povo"
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Dessa forma o cansaço psicológico é inevitável, recorro aos calmantes, pois sem eles seria quase impossível ter uma vida perto do normal. Ao chegar em casa o sono vem pesado até mais ou menos a meio noite, depois desperto vou para internet para aliviar um pouco da tensão real no mundo virtual e depois complementar a noite para o próximo dia temendo como será os desafios para o mais um dia de batalha??
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Faço minhas orações e entrego tudo nas mãos de Deus...

Rezem por nós!
Rivaldo R. Ribeiro


24 de fevereiro de 2018

Síndrome Pós Pólio- Piracetam e L Carnitina na Fadiga e Fraqueza Muscular



II Encontro Internacional Sobreviventes da Poliomielite. Realizado em Outubro de 2017 - São Paulo - Brasil.
Palestra sobre a ação dos medicamentos L Carnitina e Piracetam na fadiga e fraqueza muscular - Esp Monalisa Motta.

Quer mais informação sobre Síndrome Pós Pólio? Conheça o Instituto Giorgio Nicoli:   
http://www.institutogiorgionicoli.org.br/



Síndrome Pós Pólio- Aspectos Nutricionais



II Encontro Internacional Sobreviventes da Poliomielite. Realizado em Outubro de 2017 - São Paulo - Brasil.

Palestra Aspectos Nutricionais- Esp. Rute H.B. Piovesan. Quer mais informação sobre Síndrome Pós Pólio? Conheça o Instituto Giorgio Nicoli http://www.institutogiorgionicoli.org.br...

E mais:
O controle de peso é essencial para facilitar a locomoção dos portadores das sequelas da Poliomielite, bem como melhorar a qualidade de vida.




19 de fevereiro de 2018

Operação Saúde - Diet ou Light



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Operação Saúde - Diet ou Light

Referências:
- Santos DPS et al. Adolescents and diet and light foods: definition, frequency and reasons for food consumption. Demetra; 2015; 10(4); 919-932.
.
- Kushi LH. Health implications of Mediterranean diets in light of contemporary knowledge. 2. Meat, wine, fats, and oils. The American Journal of Clinical Nutrition, Volume 61, Issue 6, 1 June 1995, Pages 1416S–1427S.
.
- Portaria SVS/MS nº 29 de 13 de janeiro de 1998. Aprova o Regulamento Técnico referente a Alimentos para Fins Especiais. Diário Oficial da União, volume, número, 1998. Seção, páginas.


17 de fevereiro de 2018

DEPOIMENTO: Síndrome Pós Pólio - Meire Sandra



Meire Sandra, é da cidade de Alfenas, MG, e atualmente encontra-se sem acompanhamento médico, dispensada da unidade que a acompanhava, sob a alegação de que não podem atender doenças crônicas, apesar de sentir tantas dores.

CANAL YOUTUBE:
Poliomielite Síndrome Pós Pólio

12 de fevereiro de 2018

BANHA DE PORCO. Você deve começar a consumir urgente!



A banha contém nutrientes que são benéficos para a saúde, como vitaminas B e C, cálcio, além de minerais como fósforo e ferro. 
Ela é isenta de carboidratos como açúcares, sendo uma opção para pessoas com diabetes, além de apresentar baixas quantidades de sódio.
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As gorduras insaturadas são consideradas boas, pois auxiliam na prevenção de doenças cardiovasculares, uma vez que possuem a aptidão de reduzir os níveis de triglicerídeos e o colesterol sanguíneo, elevando o HDL (colesterol bom) e diminuindo o nível do LDL (colesterol ruim).
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Como consequência, há uma redução da formação e manutenção de placas de gordura presentes no interior dos vasos sanguíneos, que podem levar à hipertensão arterial, ao infarto e ao derrame cerebral. 
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4 de fevereiro de 2018

10 benefícios da água com limão que você não sabia - Dr. Dayan Siebra



Conheci os benefícios da água com limão quando estive pela primeira vez com o Tony Robbins
Comecei a perceber que a princípio era muito mais saboroso que a água sem nada.
Como o limão ácido pode ajudar o corpo?
O limão é ácido fora do corpo, porém muito rico em minerais e quando ele é absorvido com esses minerias, esses minerais são acidificantes, então , apesar de ser ácido, quando absorvido é alcalinizante.
Comecei logo de cara a beber toda agua do meu dia com limão depois de conhecer apenas 2 dos seus benefícios. E eu nem sabia de tantos poderes.
O limão contem mais potássio que maça ou uva. O suco de limão puro é muito ácido para o esmalte dos dentes, por isso devemos tomar o limão diluído em água e muita gente prefere a morna.
Água com limão deve ser uma das primeiras coisas que você deve fazer ao acordar.
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Dr. Dayan Siebra


16 de janeiro de 2018

Belo exemplo do Prefeito André Pessuto e do vice Gustavo Pinato de Fernandópolis-SP.

"CAIU NO CHORO - Prefeito chora e diz que tenta "tirar do rico para dar para o pobre".
Quando vi o título desse vídeo já calejado das falcatruas dos políticos imaginei ser a repetição da história do Ex-Governador do RJ Anthony Garotinho que chorou como criança ao ser preso, políticos que nos leva sempre a desconfiança, visto que vivemos sob a tutela de uma corrupção generalizada que pisoteia os mais humildes.  
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Mas a história é outra e muita bonita, primeiro a gratidão dos representantes sociais daquele município e depois emoção real do Prefeito ao ser homenageado.
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A atitude digna e bonita desse "Robin Hood" brasileiro de se dedicar em melhorar a vida dos pobres e necessitados daquele Município paulista nos levou a essa postagem especial, quiça grande parte dos nossos políticos tomassem a mesma direção, com certeza levará um sólido desenvolvimento social que sem dúvida é o alicerce para construir uma grande nação. 
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Pois, a injustiça social no Brasil é revoltante, somos dois Brasis separado por um abismo gigantesco e perigoso, tanto é que a violência aumenta a cada dia, injustificável, mas uma das causas sem dúvida está nesse ponto já critico das diferenças sociais. E um político atual enxergar isso, como fez esse prefeito é admirável. 
Parabéns Prefeito de Fernandópolis! 



Entidades assistenciais de Fernandópolis fizeram o prefeito de Fernandópolis, André Pessuto (DEM), ir as lágrimas após encontro no seu gabinete nesta quinta-feira, 11. Ele se emocionou com a visita.


15 de janeiro de 2018

Doenças dos nervos periféricos e outras Doenças do Neurônio Motor.

Por Michael Rubin, MDCM, Professor of Clinical 

Neurology;Attending Neurologist and Director, Neuromuscular 

Service and EMG Laboratory, Weill Cornell Medical College;

New York Presbyterian Hospital-Cornell Medical Center

As doenças dos neurônios motores (doenças de estímulo muscular) são caracterizados pela deterioração progressiva das células nervosas que iniciam o movimento muscular. Como resultado, os músculos estimulados por esses nervos também se deterioram e podem não mais funcionar normalmente.
A esclerose lateral amiotrófica (doença de Lou Gehrig) é a forma mais comum de doenças dos neurônios motores.
Normalmente, os músculos são fracos e gastos e os movimentos ficam rígidos, pesados e estranhos.
Os médicos fazem o diagnóstico com base nos resultados de sua avaliação, eletromiografia, estudos de condução nervosa, imagem por ressonância magnética e exames de sangue.
Não há nenhum tratamento específico ou cura, mas os medicamentos podem ajudar a diminuir os sintomas.
Para uma função muscular normal, o tecido muscular e as ligações nervosas entre o cérebro e os músculos devem ser normais. O movimento muscular é iniciado pelas células nervosas que estão localizadas na medula espinhal e na parte frontal do cérebro (chamada córtex motor – Usar o cérebro para mover um músculo). Essas células nervosas conectam-se com nervos que estimulam os músculos a se moverem (chamados nervos motores). Nas doenças dos neurônios motores, essas células nervosas deterioram-se progressivamente. Como resultado, os músculos enfraquecem, desgastam-se (atrofiam) e podem ficar paralisados por completo, mesmo quando os músculos, em si, não são a causa do problema.

As doenças dos neurônios motores têm várias formas, como esclerose lateral amiotrófica (a mais comum), esclerose lateral primária, paralisia pseudobulbar progressiva, atrofia muscular progressiva, paralisia bulbar progressiva e síndrome de pós-poliomielite. Essas doenças são mais frequentes entre os homens e geralmente se desenvolvem após os 50 anos de idade. Em geral, desconhece-se a causa. Aproximadamente 5 a 7% das pessoas que apresentam uma doença dos neurônios motores têm uma doença de tipo hereditário e, por isso, alguns dos seus familiares também apresentam a doença.

Diferentes partes do sistema nervoso podem ser primeiramente afetadas. Por exemplo, algumas formas da doença dos neurônios motores afetam primeiramente a boca e a garganta. Outras afetam primeiramente a mão ou pé ou os afetam mais gravemente.

A paralisia duradoura pode levar ao encurtamento permanente dos músculos (contraturas).

14 de janeiro de 2018

DESAFIO DA DOAÇÃO DE SANGUE




Facebook: Drauzio Varella

Onde doar nas capitais brasileiras:
http://www.prosangue.sp.gov.br/hemocentros/Default.aspx


Canal YouTube: DR DRAUZIO VARELLA   

GORDURA NO FÍGADO ou Esteatose Hepática



Quero que você assista esse vídeo e compartilhe com seus amigos, se não foi você que recebeu esse diagnóstico provavelmente alguém na sua família ou grupo de amigos já recebeu. Conheça meu livro “100% Saúde” agora mesmo: www.dslife.com.br/livro


Dr. Dayan Siebra



5 de janeiro de 2018

Documento publicado em 2004, OMS reconhece a Síndrome Pós Poliomielite.


Em um artigo publicado em 2004, a Organização Mundial de Saúde reconhece que “Pacientes com uma sequela de poliomielite paralítica”, particularmente aqueles que eram mais velhos no início da infecção por pólio e tiveram uma doença inicial grave, anos depois, desenvolveram complicações de dor muscular e aumento da fraqueza nos membros afetados:
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Síndrome Pós Poliomielite Paralítico.
Essa fraqueza neuromuscular e fadiga que acompanham a dor intensa, muitos anos depois da pólio são denominados Síndrome Pós Poliomielite. Uma condição que essa agência considere classificada de acordo com o código B-91 da CID-10 (Classificação Internacional de Doenças). A OMS reconhece a gravidade da doença em outubro de 2008 acatou o agravo de inclusão do código G14 na CID 10, a qual foi adicionada em 2010 na Categoria de Atrofias Sistêmicas que Afetam Principalmente o Sistema Nervoso Central (G-10–G-14): G-14 - Síndrome Pós Poliomielite. Inclui: Síndrome Mielítica Pós Poliomielite. Exclui: Sequela de Poliomielite (B-91).
Por sua vez, em 2005, a Organização Pan Americana da Saúde afirmou que "a Síndrome Pós Poliomielite, também conhecida como sequelas de poliomielite e atrofia muscular pós-polielite, é um conjunto de distúrbios sofridos por muitas pessoas que sobrevivem à poliomielite e, muitas vezes, aparecem entre 25 e 35 anos após o início da doença". A incidência da síndrome é de 20 a 80%, considerando-se que as mulheres tendem a experimentar mais sintomas da Síndrome Pós Poliomielite que os homens.
Os pacientes começam a observar que seus músculos, incluindo alguns que acreditavam que não foram afetados pela poliomielite, enfraquecem progressivamente, experimenta fadiga, dificuldades respiratórias, problemas de deglutição (disfagia), insônia, apnéia, depressão, intolerância ao frio, fasciculação, dores nos músculos e articulações, baixa resistência ao estresse, dificuldades de concentração e memória.
Pesquisas, de acordo com relatórios médicos, uma das causas são os campos de imunologia, microbiologia e os mais aceitos são os danos e a deterioração dos neurônios motores. Normalmente, o grau da nova deficiência depende da reserva de energia que cada indivíduo teve no passado. Na maioria dos casos, a Síndrome Pós Poliomielite progride gradualmente, no entanto, em outros casos, podem ser abruptos, os especialistas o chamam:
“Síndrome Pós Poliomielite um problema de alta frequência de deficiência".
Durante o ataque inicial de poliomielite, algumas células nervosas, chamadas células dos cornos anteriores da medula espinhal, são danificadas ou destruídas. Essas células transmitem impulsos nervosos para os músculos, o que permite que sejam movidos conforme desejado. Sem esses impulsos, um músculo não pode funcionar. Felizmente, algumas células dos cornos anteriores sobrevivem à poliomielite e enviam novas conexões nervosas às células do músculo que foram desconectadas tentando assumir a função das células nervosas que foram destruídas.
Este processo permite ao paciente recuperar o controle de seus músculos e sua saúde. No entanto, após muitos anos, essas células nervosas sobrecarregadas podem começar a falhar e causar fraqueza muscular novamente.
Embora os pesquisadores não entendam completamente o processo, muitas pessoas acreditam que os sintomas da Síndrome Pós Poliomielite são em parte o resultado de um estresse demais nas células nervosas que sobrevivem à poliomielite.
Pesquisadores não encontraram provas convincentes de que a Síndrome Pós Poliomielite constituísse uma reativação de um vírus da pólio. Os poliovírus têm um genoma consistente em RNA e, ao contrário retrovírus, não possuem enzimas capazes de transformar esse genoma em DNA. Portanto, eles não conseguiram estabelecer latência no sistema nervoso por qualquer dos mecanismos que foram identificados até agora em vírus capazes de fazê-lo. Além dos dados contra ela, pode-se argumentar com justificativa que é muito improvável que os poliovírus possam permanecer latentes no sistema nervoso após a poliomielite aguda para, décadas depois, despertar e ser uma causa da Síndrome Pós Poliomielite. No entanto, como alguns fragmentos virais foram encontrados em alguns indivíduos com Síndrome Pós Poliomielite, os pesquisadores estão tentando determinar se a resposta imune do corpo a esses fragmentos ajuda a produzir esses sintomas em algumas pessoas.

Referências: Organização Mundial de Saúde.
Organização Pan-Americana da Saúde.

FONTE: BLOG DE NILSON SANTOS

31 de dezembro de 2017

DOE SANGUE: TODOS PELA BIA ( Atualização dessa postagem 14/01/2016)

Atualização dessa postagem (14/01/2017): 
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A Bia o anjinho que todos irmanaram para tentar salvar a vida dela foi para Deus ontem dia 13/01/2018 em São Paulo, capital.
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A região de São José do Rio Preto-SP se comoveu com a notícia. 
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Uma tristeza que invadiu o coração de todos nós, dessa forma devemos intensificar as campanhas para aumentar o cadastro de doadores de medula óssea, para que a luta da Bia e sua família não teria sido em vão.






30 de dezembro de 2017

Mensagem assim que precisávamos ver nos canais de TV.



Esse vídeo mostra a realidade e a forma que a SAÚDE é tratada pelo nossos governantes, ela que devia ser prioridade porque o que está em jogo são as vidas das pessoas.

Mas culpa inicial é da alienação do próprio povo que elege os representantes que fazem promessas levianas, dentro de uma total ignorância irreflexiva.
Entraremos num ano eleitoral, antes de depositar nosso voto na urna vamos refletir sobre as propostas dos candidatos. Chega de cair em armadilhas que vem levando nosso país ao caos quase insustentável.

Feliz Ano Novo, muita Esperança para o ano  2018. Que ele seja Abençoado, Digno, Ético, Menos Corrupção e muito amor para todos nós.

PAZ E BEM!


20 de novembro de 2017

Pessoas com algum tipo de deficiência podem se aposentar mais cedo?

Aposentadoria para pessoa com deficiência.
Grau de deficiênciaHomemMulher
Sem deficiência35 anos30 anos
Leve33 anos28 anos
Moderada29 anos24 anos
Grave25 anos20 anos
Idadesem idade mínimasem idade mínima